Ia continuar a falar do imbróglio que saiu das eleições espanholas, mas prefiro falar de Mozart. Como continua vivo, Mozart fará amanhã 267 anos. Conheci-o em Angola. O meu pai, funcionário pobre do Porto de Luanda, trouxe, de uma carga perdida, um disco, o “Eine Kleine Nacht Musik”, e essa peça, pequena música da noite, encheu os meus dias de adolescente, rivalizando com os Beatles e com os merengues que saíam da sanfona do cego Minguito.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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