Com Rangel ao colo dos passistas que querem ajustar contas com Rio e, no CDS, dois galos a disputarem o poleiro parlamentar, a task force do PS considerou criadas as condições para jogar as fichas todas em eleições. Revelou intolerância face às propostas que, à sua esquerda, eram apresentadas para o Orçamento do Estado e, acompanhado por uma legião de comentadores (do PS por serem do PS e à direita por temerem eleições), apontou o dedo à esquerda pelo fracasso orçamental. Procurarão, agora, com as mãos untadas em pólvora da bazuca, convencer os portugueses de que o melhor será deixarem que essas mãos se libertem de compromissos sociais e políticos. Se alcançassem esse desiderato, adivinha-se como seria, bastando recordar como foram anteriores maiorias absolutas. Na Educação, se dúvidas houvesse, o Tribunal de Contas esclareceu-as: têm sido insuficientes as políticas públicas, com particular incidência em matéria orçamental, confirmado pelo acentuado decréscimo, ao longo dos anos, do seu peso no PIB nacional. A Educação é área que tem enchido a boca dos governantes, o problema é que se limita a sair desta para fora, acabando por não ser digerida. Sexta-feira, dia 12, a Greve Nacional será oportunidade de os trabalhadores dos serviços públicos exigirem um futuro melhor, recusando continuar a ver desvalorizada a sua profissão e a assistir à degradação daqueles serviços.
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