os que consideram o Orçamento do Estado 2015 como de continuidade das políticas de ataque a quem trabalha e aos serviços públicos, o Primeiro-ministro avisou: não queiram ir de castigo para o cantinho dos patetas preguiçosos.
Para o PM, só por má vontade se pode estar contra os 80% dos cortes salariais, contestar a sobretaxa de IRS que acumula ao enorme aumento de impostos, ou mesmo a uma inovação fiscal que começa a deixar verde de raiva quem já percebeu para que realmente serve.
Também na Educação, os que afirmam que este OE 2015 será mais um golpe na Escola Pública e na qualidade do ensino andam a dizer patetices. Para repor a verdade, Nuno Crato já "esclarificou" que as coisas não são como as pintam, sendo apenas uma questão de fórmula de cálculo, aspeto em que o MEC é preciso e rigoroso.
Conclui-se, assim, que aquilo que a qualquer pateta preguiçoso poderá parecer anormal, é absolutamente normal. Isso explica que só por indolência e malandragem os portugueses não compreenderam a normalidade que os governantes encontraram nesta abertura do ano letivo.
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