Aos 24 anos, Geny Catamo atravessa, provavelmente, o melhor momento da carreira. Não falamos do ponto mais alto, pois esse obrigaria a remeter para o dia 6 de abril de 2024 quando bisou na vitória por 2-1 frente ao Benfica e foi aclamado herói em Alvalade. Mas em termos de consistência, o melhor jogador moçambicano da atualidade atingiu um patamar que obriga a pensar duas vezes quem olha para ele com desconfiança. Geny deu, nos primeiros tempos da ainda curta carreira, a ideia de um jogador com potencial, mas limitado pela falta de continuidade exibicional. Aparecia aqui e ali a fazer coisas bonitas, detalhes interessantes, mas faltava qualquer coisa para ligar tudo aquilo. Essa ‘massa’ parece finalmente ter ganhado solidez. Ao ponto de, quando se ausentou na equipa do Sporting para representar a sua seleção na CAN, se ter falado numa baixa importante. No contexto, é um elogio. O pequeno Geny não se deslumbrou. Deu um pulo à sua África mãe, onde deixou excelente imagem de si, e no regresso, zás, dois golos em dois ‘raides’ num jogo que em que a equipa leonina mostrava problemas na construção.
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