Rafa regressou à Luz. Pavlidis marcou dois golos. Banjaqui brilhou na lateral direita. Anísio teve estreia de sonho. Todos eles estiveram em destaque na vitória do Benfica sobre o Estrela da Amadora. Mas seria uma tremenda injustiça não dar a Sidny Cabral o prémio de melhor jogador em campo. Pelo que jogou e pelo decisivo contributo para o robusto triunfo por 4-0. Fez a assistência para o 1-0, ganhou o penálti do 2-0 e marcou ele mesmo o 3-0 frente à equipa pela qual vestia a camisola há pouco mais de um mês. Não é coisa pouca, convenhamos. Aos 23 anos, o jovem cabo-verdiano teve o mérito de fazer José Mourinho reparar nele, de lhe dar palco na Luz e de dizer que se trata de “um jogador com motor de alta cavalagem”. É isso que o define, a capacidade de fazer o vaivém junto à faixa. Mas está habilitado para muito mais. Como, por exemplo, a execução de lances de bola parada. No domingo quase marcava mais um golo na cobrança de um livre direto. De pé esquerdo. Mais à frente, bateu o pontapé de canto que ‘deu’ o 1-0. De pé direito. Bolas paradas com ambos os pés? Não é para qualquer um...
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Este Sporting, sinceramente, continua a ser um enigma por decifrar
De excedentário e com futuro incerto passou agora a jogador que decide.
Zalazar acertou contas consigo mesmo frente ao rival de Guimarães.
Tudo na vida de Anísio parece estar a acontecer muito depressa.
Bernardo Fontes brilhou frente ao Benfica, com dez defesas.
Bolas paradas com ambos os pés? Não é para todos...
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos