As eleições deste mês devem ser as únicas da história em que os dois candidatos à vitória preferiam não ter vitórias. Deliro? Admito que sim: escrever depois das festividades tem os seus riscos. Mas para que quer Rui Rio uma vitória se isso determina a saída de Costa do PS? Pior ainda: a saída de Costa e a possibilidade séria de ter Pedro Nuno Santos a voltar ao lugar do crime? Vencer, só com maioria. Ou, pelo menos, uma maioria de direita. Dois cenários irreais.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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