Nas eleições americanas deste ano, parte da oposição a Trump já chegou à conclusão óbvia: Oprah Winfrey é que era. No Brasil, onde Bolsonaro já sonha com a reeleição em 2022, a esquerda pondera seriamente se Luciano Huck, um conhecido apresentador da rede Globo, não será preferível a qualquer marreta do PT. Fernando Henrique Cardoso, em 2018, já apostava nele.
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Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
A fúria da natureza não se verga perante cartões partidários.
Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
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