Antigamente, a ignorância era produzida por escassez: de recursos, de cultura, de educação. A ideia era mirrar os cérebros com falta de alimento. Hoje? É por excesso: de ruído, de informação, de ‘fake news’. O resultado é o mesmo: o cérebro, em vez de encolher, aumenta até explodir. A ignorância, essa, é preservada.
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
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O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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