Pedro Nuno Santos e o seu ex-secretário de Estado estão bem um para o outro. Sobre a TAP, não sabem de nada, não viram, não leram, não foram informados, não quiseram saber. Representam o vácuo no seu estado puro – e uma pessoa pergunta se o problema da TAP está nas interferências do governo ou nas ausências, nas omissões, nos silêncios. Alexandra Reis pôs o lugar à disposição sem encargos para o Estado? O ex-ministro nem lhe respondeu. A privatização foi um erro? Foi, mas o ex-ministro nunca leu o caderno de encargos. A autorização de meio milhão foi autorizada pelo ex-ministro? Se foi, ele já não se lembrava. E o convite para a NAV? Implicava devolver a indemnização? Nem lhe passou pela cabeça.
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Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
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