Nunca sigas o teu primeiro impulso porque ele será sempre generoso. A frase é de Talleyrand e permite entender a guerra entre Belém e S. Bento. António Costa seguiu o seu impulso e, entre o ministro das Infraestruturas e o Presidente da República, optou pelo ministro. Aqui mando eu, disse ele, que não aguentou as conversas regulares de Marcelo sobre a ‘dissolução’ e as exigências públicas para que Galamba fosse removido.
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O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
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