O general De Gaulle costumava lembrar que não era fácil governar um país com 246 variedades de queijo. Bons tempos, esses. O que diria ele das 246 tribos que, apesar de habitarem o mesmo território, não sentem qualquer lealdade ou pertença à re- pública francesa? E que, ao mínimo pretexto, emergem dos subúrbios onde reina a segregação e a auto-segregação para incendiaram e pilharem tudo em volta?
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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