Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva – e Trump sofre a primeira derrota. Verdade? Antes fosse. O planeta MAGA tem em Orbán uma inspiração ideológica e uma ‘quinta coluna’ dentro da União Europeia. Mas Péter Magyar, o principal rival de Orbán, emerge do mesmo ecossistema político. Como lembra a ‘Economist’, os húngaros vão escolher entre a velha direita nacionalista e a nova. É pouco provável que Trump ou Putin percam um aliado em Budapeste. A questão não é pessoal; é estrutural. A direita iliberal, nascida das crises financeira e migratória, tem um programa que transcende lideranças. Quer reverter a globalização, purificar a identidade nacional e sepultar o liberalismo como modo de vida. É um vírus das democracias, como outros no passado, que normalmente só desaparece quando o hospedeiro também.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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