Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisEm 2024, mais eleitores do que nunca irão às urnas, representando metade da população mundial, em eleições para o Parlamento Europeu e eleições nacionais em, pelo menos, 64 países. As mais impactantes ocorrerão em Taiwan, já em janeiro – cujo resultado, dependendo da vitória/derrota dos independentistas, determinará a abordagem da ameaçadora China – e nos Estados Unidos, em novembro, cuja corrida presidencial pode degenerar no que o The Economist considera “o maior perigo para o mundo”: um segundo mandato de D. Trump. Outras relevantes ocorrerão na Índia (país mais populoso do mundo), na Indonésia (maior país islâmico), na África do Sul (um dos principais países africanos) ou na Geórgia e na Moldova (dois ex-soviéticos na mira de Moscovo). Certos processos eleitorais podem acirrar conflitos no Paquistão, no Bangladesh, em Moçambique, no Ruanda, na Tunísia, nas Ilhas Salomão ou na Guiné-Bissau. Haverá eleições também em regimes autocráticos como Rússia, Bielorrússia, Irão, Síria, Camboja ou Venezuela. E a estas podem ainda vir a somar-se eleições na Ucrânia, no Mali, no Sudão do Sul, em Israel e na Palestina – esperemos que sim.
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