Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisNa 62ª Conferência de Segurança de Munique, o Chanceler alemão assumiu “uma profunda brecha entre a Europa e os EUA” e que "a guerra cultural do movimento MAGA nos EUA não é a nossa”, acrescentando que “a Europa foi forçada a regressar de umas férias da história mundial”. A Presidente do Banco Central Europeu referiu o “abanão” provocado por Trump e disse que “a Europa melhora quando se une em tempos de crise”, enquanto a Alta Representante da UE para a Política Externa e de Segurança assegurou que “a Europa não está em apagamento civilizacional”. O PM da Gronelândia disse ser “ultrajante” os gronelandeses estarem inseguros “por causa do comportamento de um aliado”, e o Presidente da Ucrânia acusou os EUA de pedirem “demasiadas vezes” concessões ao seu país, mas não à Rússia. O Presidente francês disse que “a Europa tem sido vilipendiada” e deve “aprender a tornar-se uma potência geopolítica”, e o PM britânico sublinhou a “urgência” de Reino Unido e UE estreitarem laços de defesa. Mais do que palavras, a resposta europeia exige reformas, aumentar a produção de defesa e as capacidades de combate, e reforço da independência estratégica.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A guerra económica envolve outros atores para lá dos Estados.
Trump continua a não ter uma estratégia de saída da guerra
Trump tem razão numa coisa: agora é um "problema de todos".
Trump ainda não conseguiu explicar porquê nem o objetivo da guerra.
Irão optou por retaliar com tudo o que tem durante o tempo que puder.
A Rússia não conseguiu vergar a Ucrânia nem derrubar o Presidente Zelensky
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos