Se o tachismo incomoda o ano todo, dói mais quando acontece uma tragédia como a destas tempestades. A cultura do tacho manda de alto a baixo nas estruturas do Estado e nas empresas públicas ou majestáticas. Nas autarquias a Protecção Civil acontece cair nas mãos dalguém dos partidos aí no poder. A lógica é a do nepotismo; arranjar lugar no Estado, remunerado em excesso, a parentes ou a gente do partido, sem qualidades mas da 'confiança política'. Às malvas a competência e o currículo!
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Cunha, tacho, empenho, nepotismo.
Uma nova tempestade assola o país.
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Mesmo as ciências sociais não existem sem método, o que tem sido esquecido nas universidades.
Falar sem dizer nada, como prudentemente fazem alguns [candidatos] é medida de segurança.
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