Desde que os canais privados iniciaram as emissões em 1992 a televisão tornou-se um instrumento de poder popular. SIC e TVI começaram a dar voz a reivindicações de cidadãos ou grupos espontâneos sem ligações directas a partidos ou outras estruturas canónicas da vida colectiva. Estradas intransitáveis por excesso de buracos, falta de água e de luz ou quaisquer outras queixas de grupos de cidadãos começaram a chegar por telefone ou correio aos operadores de TV. A RTP, que era a estação do Portugal sentado e do poder político, teve de se juntar ao grupo, para não se desligar mais da população-audiência. Depois, o cabo, em especial a CMTV, mas também outros canais noticiosos, juntaram-se a este novo papel do medium.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Como micro-movimentos sociais
Cunha, tacho, empenho, nepotismo.
Uma nova tempestade assola o país.
A verificação dos conteúdos dos próprios jornalistas é mais do que necessária.
Muitos eleitores pressentem com temor que Ventura tem a tentação totalitária.
Mesmo as ciências sociais não existem sem método, o que tem sido esquecido nas universidades.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos