Está cumprido o objetivo olímpico, a conquista de quatro medalhas, mas não se pode dizer que a participação portuguesa tenha sido extraordinária. Se olharmos para o medalheiro, estamos na cauda dos países da UE e a meio da tabela geral, sendo que alguns países dessa segunda metade têm tantas ou mais medalhas do que nós. Não se percebe, por isso, o otimismo e o entusiasmo do primeiro-ministro. Enaltecer o esforço dos atletas é uma coisa, ficar satisfeito com os resultados é outra. Dá a ideia de que está tudo bem e não está. O desporto nunca foi aposta de nenhum Governo e, pela postura de Montenegro, também não está no horizonte da AD. Assim sendo, resta esperar que daqui a quatro anos um Iúri Leitão salve a honra do convento em cima da linha de meta.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O pior dos medos é o desconhecido. É o ponto onde estamos.
Os danos colaterais podem destruir toda a estratégia dos EUA.
No que às presidenciais diz respeito, quis a Natureza que a tempestade servisse de exame final aos candidatos.
Revés eleitoral revela as dificuldades do partido de um homem só
A esquerda não percebeu o que os portugueses querem.
Foi uma campanha sem propostas novas nem ideias mobilizadoras.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos