Não sei quantos Verões, quantos incêndios, quantas tragédias, mais serão precisos para os Poderes do País se convencerem que têm de mudar de alto a baixo o sistema de prevenção. É muito revoltante assistir a esta transição que acontece todos os anos de um modo tão seco e tão frio: são reportagens, a toda a hora, são notícias arrepiantes, são críticas de quem é Oposição e explicações de quem está no Governo( e vão alternando nesses papéis), apresentam- se os primeiros balanços e, de repente, tudo desaparece.
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Ficará mais claro o quadro em que se desenrolaram muitos acontecimentos no PPD/PSD e que levaram ao que recentemente foi chamado de birra.
Não pensem nas confrontações políticas do costume. Há muita gente que ficou sem nada.
Há muitos eleitores que estão saturados da Política como ela está, que preferem uma mudança profunda ou mesmo uma rutura.
A Figueira da Foz, e obviamente ainda mais toda essa Região, dispõe de uma importante malha industrial
Os grandes democratas e antifascistas de gabarito só valorizam o “perigo” que André Ventura poderá representar.
Estas eleições significam novo ciclo em que não há candidato “natural”, dado, à partida, como vencedor.
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