Durante décadas, a 'solução dos dois Estados' foi apontada como a solução ideal para o longo conflito israelo-palestiniano. Ter dois Estados, um israelita e outro palestiniano, a coexistir pacificamente lado a lado com direitos iguais, era visto como a única forma de devolver a paz e a estabilidade a todo o Médio Oriente. Continua, de longe, a ser a melhor solução, e porventura, a única capaz de garantir tal objetivo. Mas uma solução de dois Estados deve imperiosamente surgir de um processo negocial que, neste momento, não existe. E, dada a atual situação, talvez nunca mais venha a existir, tal o extremar de posições a que assistimos desde os infames ataques terroristas do Hamas contra Israel em outubro de 2023.
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