Esta foi mais uma semana agitada na Trumpolândia. Mesmo para quem está habituado ao constante chorrilho de mentiras, insultos e disparates que saem da boca de Trump, foi difícil acompanhar. Começou por se intrometer de forma flagrante no trabalho da Justiça para exigir que a Procuradora-Geral persiga os seus adversários políticos. Depois, no memorial de Charlie Kirk, em vez de apelar à reconciliação após um evento trágico, disse com todas as letras que odeia os seus adversários e é incapaz de os perdoar. Na segunda-feira chocou a comunidade científica ao armar-se em médico e ligar o paracetamol ao aumento dos casos de autismo. Depois foi à Assembleia Geral da ONU dizer que os países europeus "caminham para o inferno" por causa da imigração descontrolada e da aposta nas energias renováveis. Pelo meio, ainda teve tempo para mudar mais uma vez de opinião sobre a guerra na Ucrânia, para fazer birra por causa dos problemas técnicos que marcaram a sua visita à ONU, incluindo o ridículo incidente da escada rolante, e para dizer na cara de Erdogan que este "percebe muito de eleições manipuladas". À medida que o mandato avança, Trump parece ter cada vez menos travões. E ainda só passaram nove meses...
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