Já há quem diga que o que se está a passar em França é comparável com o que se passou nos Estados Unidos, em 2020, depois do homicídio de George Floyd. Saltam à vista as semelhanças: uma morte por motivos fúteis, cometida por quem devia zelar pela ordem mas que, no meio de tanta pressão, age aparentemente de forma impulsiva e drástica, com a mão demasiado perto do gatilho; o ato abstruso é filmado e disseminado nas redes sociais, causando inevitáveis ondas de choque; a revolta sai para as ruas e há confrontos com centenas de feridos e milhares de detidos, numa estatística de danos diária que embaraça a terra da “liberdade, igualdade, fraternidade”.
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