Vou evitar usar o termo “bruma”, que nos últimos dias ganhou uma conotação marota e desajustada, mas terei de recorrer à ideia de “nevoeiro”, que nos tem toldado a vista, mais do que o costume, no meio político das últimas semanas. Seja por conflito de interesses, fintas à lei ou mera chico-espertice, está a causar mais estragos do que as tempestades deste inverno.
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