Na véspera de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa foi tomar a última ginjinha ao Barreiro, mantendo a pitoresca tradição de tirar selfies e fazer confidências insólitas. Além de ter apresentado o balanço do mandato e das ginjinhas passadas, descansou-nos sobre o sucessor: "Eu acho que (todos os candidatos) provavelmente serão melhores Presidentes do que eu fui". "Eu gosto das pessoas e acho que qualquer um dos candidatos que estão aí gosta de pessoas e provou isso na sua vida. Portanto, qualquer deles dará um bom Presidente". Ignoro se chegou a esta humilde e equânime conclusão ao ver os debates, que achou “muito esclarecedores”. Mas não é isso que os candidatos pensam uns dos outros, a julgar pelos generosos autoelogios e severas heteroavaliações. Assim, deixo aqui uma sugestão, infelizmente extemporânea: o Presidente deveria trocar a ginjinha por uma consoada com André Pestana, André Ventura, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, João Cotrim Figueiredo, Jorge Pinto, Luís Marques Mendes e Manuel João Vieira. Não seriam treze à mesa e talvez os convencesse a serem mais cordatos.
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