Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaHá umas semanas falava do medo de se falar e discutir reformas que façam a diferença no sistema, e em particular na PSP, e o novo Ministro, de uma assentada, na sua primeira audição como Ministro, veio logo [pre]anunciar várias que, a ver a luz do dia, farão imensa diferença no bem estar e futuro da instituição, todas elas já amplamente ventiladas pelo Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia. A primeira e segunda, que andam de mãos dadas, centram-se na necessidade de formar mais Polícias num ano só para com isso poder libertar mais, de entre os 4500 que estão em lista de espera, para a passagem à pré-aposentação. Lembrar que na GNR nada disto acontece, sendo que na PSP os números têm ficado à míngua, por estarem dependentes do número de entradas que nos últimos anos tem sido manifestamente escasso para suprir as necessidades.
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É preciso mais eficiência na gestão dos RH policiais.
As Forças de Segurança que têm perdido o elã de outrora, cativando cada vez menos.
É preciso notar que mais uma vez o sacrifício não compensa.
Não há dúvidas que se exige uma purificação do sistema.
A PSP assumirá, como ao longo destas decádas, a cabeceira do combate.
É incrível, e até nauseante, esta falta de impulso reformista no que ao fecho de esquadras diz respeito.
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