Confiança na PSP
Sejamos certeiros e justos na crítica.
Sejamos certeiros e justos na crítica.
É caso para pensar se os polícias não são mesmo parentes pobres.
Nem tudo passa por aumentar salários.
Se não fosse sério, daria vontade de rir.
Não se percebe como é que determinadas medidas não são aplicadas na PSP.
A coerência política, das visões e prioridades políticas, existe apenas quando dá jeito evocá-la.
Há muito a fazer e não basta pedir-se mais presença policial.
Se os Polícias da PSP tiverem que empenhar horas a guardar cadáveres, deixam de poder responder a todas as milhares de situações de emergência.
Temos que fazer mais, mas não basta às Polícias fazê-lo.
É preciso mais eficiência na gestão dos RH policiais.
As Forças de Segurança que têm perdido o elã de outrora, cativando cada vez menos.
É preciso notar que mais uma vez o sacrifício não compensa.
Não há dúvidas que se exige uma purificação do sistema.
A PSP assumirá, como ao longo destas decádas, a cabeceira do combate.
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