Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaNa semana passada a MAI fez vários apontamentos em sede de debate do orçamento que importa, aqui, esboroar. Desde logo disse que os Agentes da PSP, no início da carreira, iriam passar a auferir 1704€ e que isso refletia um aumento de 43% por referência, curiosamente, ao ano de 2023, ainda do tempo do anterior governo do PS. Não que não seja verdade este valor, que soma salário e suplemento especial de serviço, mas retirando o aumento de 300€ que resultou das negociações, e que fica à distância de 300€ do valor atribuído à PJ, o aumento destes anos é de 212€, e, portanto, de mais 15% em peso percentual, ficando aquém do acumulado da inflação dos últimos 10 anos (em que não houve aumentos) que se cifra nos 17%. Conclui-se, então, que não fosse o aumento do suplemento, os Polícias estariam a ganhar menos.
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Não sabemos quantos profissionais há por cada categoria e isso faz toda a diferença no cálculo médio do salário.
Medida permite aliviar o estrangulamento, mas se não acompanhada com outras não será mais do que um placebo.
Bem que podemos pedir um milagre, mas creio que nem por ser Natal ele chegará.
Os Polícias não pedem o mundo, mas dar-lhes centavos mostra bem como os [não] respeitamos.
Caso a PSP tivesse direito à greve, provavelmente as prioridades se inverteriam.
Serviço policial não de ser vista como uma espécie de black friday, sempre em preços de saldo, mais em conta que a segurança privada.
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