Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaEsta semana dedico as minhas palavras ao Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e aos pouco mais de 6600 polícias que nele trabalham, contando já com 158 anos de história feitos esta semana. Lembrar que esta é a maior unidade policial do país, e aquela que sente, com maior intensidade e pressão, as exigências securitárias do contexto. Lembrando que a área metropolitana de Lisboa é aquela que mais tem crescido em população, residente e flutuante; que é aquela que concentra a maior fatia de criminalidade geral e criminalidade violenta e grave do país; que é aquela que maior pressão migratória sofreu; que é também aquela que bate recordes atrás de recordes de turistas que a vêm visitar; que é aquela que apresenta os mais elevados valores de custo médio de vida, ocupando os lugares cimeiros europeus no custo da habitação; que é também aquela onde se concentram a maior parte dos movimentos contestatários; que é aquela onde a maior parte dos grandes eventos culturais, sociais e desportivos tem lugar; e que é aquela que reúne quase a totalidade dos órgãos governativos da administração central, tal como todos os órgãos de soberania; não deixa de ser extraordinário e hercúleo o esforço e capacidade que a PSP ainda consegue empreender de forma a manter Lisboa como um centro de atratividade, onde a segurança [ainda] é um ativo fundamental. Os Polícias conseguem fazer tudo isto apesar de serem continuamente esquecidos. É tempo de lhes mostrar que nos lembramos deles e que tudo isto se deve a eles. Parabéns ao COMETLIS.
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Não sabemos quantos profissionais há por cada categoria e isso faz toda a diferença no cálculo médio do salário.
Medida permite aliviar o estrangulamento, mas se não acompanhada com outras não será mais do que um placebo.
Bem que podemos pedir um milagre, mas creio que nem por ser Natal ele chegará.
Os Polícias não pedem o mundo, mas dar-lhes centavos mostra bem como os [não] respeitamos.
Caso a PSP tivesse direito à greve, provavelmente as prioridades se inverteriam.
Serviço policial não de ser vista como uma espécie de black friday, sempre em preços de saldo, mais em conta que a segurança privada.
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