Bruno Pereira
Presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de PolíciaEsta semana lia no Le Monde uma notícia que falava numa debandada de Polícias pertencentes à Police Nationale e à Gendarmerie, contando, desde 2020, com mais de 10840 e 18078 saídas respetivamente, fruto, dizem estes profissionais, de disfunções administrativas, uma hierarquia rígida, pressões internas, um sentimento de isolamento por falta de reconhecimento e [sobretudo] um défice salarial que não acoberta a exigente e constante exposição ao risco que cada vez mais se sente.
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Forças de Segurança magras, enfraquecidas e sem um futuro [risonho] à vista.
Não sabemos quantos profissionais há por cada categoria e isso faz toda a diferença no cálculo médio do salário.
Medida permite aliviar o estrangulamento, mas se não acompanhada com outras não será mais do que um placebo.
Bem que podemos pedir um milagre, mas creio que nem por ser Natal ele chegará.
Os Polícias não pedem o mundo, mas dar-lhes centavos mostra bem como os [não] respeitamos.
Caso a PSP tivesse direito à greve, provavelmente as prioridades se inverteriam.
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