Quando Donald Trump, no seu primeiro mandato, falou em comprar a Gronelândia, o mundo riu-se. Agora, a ‘compra’ passou a ‘anexação’ e deixou de ter piada. Consumido pelo poder, sobretudo desde a operação na Venezuela, Trump acredita que nada o pode travar e não hesita em fazer frente à Europa, gerando o pânico. Se conseguir estender os seus tentáculos à terra dos esquimós, então é que ninguém vai travar Donald, o Grande. Logo a seguir vem o Canadá, ao qual já se tinha referido como “o 51.º estado”, obrigando Mark Carney a mobilizar milhares de castores para construírem um muro entre os dois países, que será defendido por ursos, alces e jogadores de hóquei. A Colômbia é outro país na mira de Trump, que ameaçou o seu presidente, Gustavo Petro, com uma missão militar como a que a invadiu a Venezuela e capturou Maduro, desta vez financiada por estrelas de Hollywood. Por cá, tirando um possível interesse nos Açores, Portugal parece estar fora da lista de Trump. O que não faz grande diferença porque o País está cheio de americanos e o sistema de saúde já é pior do que o deles. Vendo bem as coisas, é melhor enviar-lhe uma caixinha de pastéis de Belém para ver se lhe aguça o apetite...
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
País está cheio de americanos e o sistema de saúde já é pior do que o deles.
E parem de se queixar do aumento da idade da reforma!
Trump disse a um menino de dez anos que o Pai Natal podia ser malvado.
Sam Altman diz que não se imagina a criar o filho sem a ajuda do ChatGPT.
Os pais estão felizes por voltarem a olhar os filhos nos olhos... para já.
Putin ameaça a Europa e Paulo Rangel diz que não há nada a temer
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos