page view
Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Mais do mesmo

21 de maio de 2026 às 00:30

Entraram os primeiros dias de calor e o País voltou ao costume: temperaturas a subir, sirenes a tocar e dezenas de fogos espalhados pelo mapa. Basta uma tarde mais quente para a floresta começar a arder. Coincidência? Dificilmente. Entre o descuido repetido e o fogo posto, continua a haver mão humana na origem dos incêndios. E todos os anos assistimos ao mesmo teatro: avisos, promessas, indignação momentânea e prevenção que chega tarde. Limpa-se mato depois das tragédias, discute-se o ordenamento da floresta quando o fumo já cobre as aldeias e exige-se heroísmo aos bombeiros. O calor não explica tudo. Expõe apenas um problema que o País conhece há décadas e que insiste em tratar como surpresa. A questão já não é se teremos um mau ano de incêndios. É perceber porque continuamos tão preparados para repetir os mesmos erros. 

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais do mesmo

Entre o descuido repetido e o fogo posto, continua a haver mão humana na origem dos incêndios.

Como foi possível?

O mais extraordinário é que Marcos, ao que parece, só entrou em Portugal em 2024. Ou seja, os documentos chegaram antes do fugitivo.

Promessas por cumprir

Quase três meses depois da tempestade que destruiu o Centro do País, há famílias sem apoio, casas ainda sem telhado e idosos isolados sem televisão ou Internet.

O Correio da Manhã para quem quer MAIS

Icon sem limites

Sem
Limites

Icon Sem pop ups

Sem
POP-UPS

icon ofertas e descontos

Ofertas e
Descontos

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8