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Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Ministro normaliza aviso para buscas

19 de junho de 2024 às 00:30

Matos Fernandes era ministro e falava com o pai, ex-presidente da Assembleia Geral do FC Porto. Aquele contava-lhe que tinha falado com Adelino Caldeira e Pinto da Costa sobre a possibilidade de haver buscas, mas aqueles estavam tranquilos. Já tinham pedido que as mesmas acontecessem na sexta ou na segunda-feira, para não perturbar o jogo da Champions (o que de facto aconteceu) e, presume-se também, já se tinham desfeito de todas as provas. A esta escuta junta-se uma revelação feita pelo CM quatro dias depois da mesma operação - em novembro de 2021. Contámos que até na claque se sabia da operação iminente. ‘Macaco’ avisou os seguidores de que se deviam preparar para a chegada das autoridades. Presume-se novamente que as provas de qualquer crime, a existirem, foram destruídas. Matos Fernandes já não é ministro, mas deve uma explicação ao País. A não ser que ache normal saber de um crime e omiti-lo. Mas ainda: que ache legítimo que as suspeitas de corrupção não sejam investigadas ou que ache engraçado dizer: “Os senhores das escutas não precisam de saber tudo.” Lamentável é o mínimo que se pode dizer desta forma de servir a coisa pública.

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