Quase 20 mil crianças arrancadas à força do seu país não é apenas um número chocante - é uma acusação brutal contra a barbárie contemporânea. Estamos a falar de menores separados das suas famílias, privados da sua identidade, alguns entregues a famílias russas como se fossem objetos, outros enclausurados em instituições que evocam práticas de repressão e desumanização. Isto não são “efeitos colaterais” de guerra: são atos deliberados, sistemáticos e profundamente criminosos. O resgate de 45 crianças pela PJ é meritório, mas expõe a dimensão do horror por resolver. Como é possível que a comunidade internacional assista a isto com respostas tão tímidas? Cada criança por recuperar é uma falha coletiva. O silêncio, a lentidão e a falta de consequências efetivas tornam-nos cúmplices passivos de um dos episódios mais sombrios deste conflito.
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O resgate de 45 crianças pela PJ é meritório, mas expõe a dimensão do horror por resolver.
Em nome de causas que se julgam justas, há quem tolere o intolerável.
A violência não termina quando o silêncio chega.
A PJ, peça fundamental no combate ao crime em Portugal, merece respeito, estabilidade e liderança efetiva.
Para fechar o ramalhete, avisam que os medicamentos também podem subir. Faz sentido. Afinal, se viver está caro, manter-se vivo não havia de ser barato.
Com a aproximação da época de incêndios, aumenta a pressão sobre corporações já fragilizadas, obrigadas a responder diariamente a emergências e ao uso intensivo de ambulâncias.
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