Em 2023, Portugal acolhia já mais de um milhão de imigrantes, o que correspondia a cerca de 10% da população total do País, num fenómeno que se intensificou de forma acelerada ao longo dos anos mais recentes. Neste período, às tradicionais origens ligadas aos países de língua oficial portuguesa (e onde o Brasil tem uma parcela esmagadora), juntaram-se várias outras geografias, da generalidade da América Latina à Ásia, da Europa aos Estados Unidos e a diferentes países africanos ou do Médio Oriente. Diariamente, ouvimos representantes de todos os setores de atividade económica a clamarem pela chegada de mais imigrantes como forma de mitigar a (estranha) exiguidade de oferta existente no mercado doméstico: do comércio ao turismo; da construção civil à indústria; dos serviços às mais avançadas engenharias, o discurso repete-se. Mesmo no setor público, a presença de imigrantes faz-se já notar e supriu vagas tão diversas quanto a falta de nadadores-salvadores ou de bombeiros.
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Ideia foi imediatamente rejeitada (novamente) pelo Primeiro-Ministro
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