Tenho escrito e falado sobre a urgência de trazermos para as nossas conversas, assim como para o nosso coração, a consciência do Bem Comum, conceito teórico com consequências muito práticas. Se não interiorizarmos o valor intrínseco do que significa o Bem Comum, dificilmente seremos capazes de sair das nossas bolhas de conforto, daquele egoísmo que tantas vezes conseguimos justificar. É verdade que perante uma calamidade ou desastre, os portugueses são, por natureza, muito generosos. Logo, podíamos concluir que temos uma consciência coletiva - ainda que episódica - do que significa o Bem Comum.
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São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
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