Apesar de tudo o que se diz, vê e escreve, nada nos prepara para participar no funeral de um Papa, do nosso Papa, nem para os trabalhos preparatórios de um Conclave. As emoções foram e são muitas. Vão desde a tristeza de uma partida anunciada, mas nunca desejada, ao sentimento de vazio e de saudade. Vão desde a alegria dos encontros e reencontros à surpresa da beleza e da consolação. A beleza da última morada na terra do nosso amado Papa Francisco e a consolação de falar com os pobres de Roma que fui encontrando pelas ruas e que vinham ter comigo para me dizerem que perderam um Amigo.
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Como dizia o Papa Francisco, devemos usar e abusar de duas pequenas palavras; Obrigado e Desculpe.
Entremos, todos, todos, todos, de corpo inteiro na Semana Santa rumo à Ressurreição de Jesus!
Precisamos de olhar nos olhos de quem cuida e de quem é cuidador.
São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
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