Não há nenhum Domingo de Ramos em que não continue a passar-me pelos olhos, como se fosse uma fita de cinema, a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Devia estar calor, as crianças andavam pelas ruas, sempre a correr: tinham ido apanhar canas, e o vento agitava as folhas verdes dos ramos cortados à pressa; todos se preparavam para a Festa da Páscoa e havia uma alegria no ar, expectante; entoavam-se cânticos, gritavam-se palavras de jubilo e alegria.
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Como dizia o Papa Francisco, devemos usar e abusar de duas pequenas palavras; Obrigado e Desculpe.
Entremos, todos, todos, todos, de corpo inteiro na Semana Santa rumo à Ressurreição de Jesus!
Precisamos de olhar nos olhos de quem cuida e de quem é cuidador.
São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
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