Uma das grandes virtualidades da introdução do euro foi a definição de critérios para disciplinar a política orçamental. A criação do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) obrigou os políticos portugueses a pensarem as Finanças Públicas a médio e longo prazos e não ao sabor dos ciclos eleitorais. Além disso, nunca os portugueses imaginaram ter nos bolsos a moeda mais forte do Mundo.
Miguel Alexandre Ganhão, Editor de Economia
Portugal teve, na segunda metade da década de 90, uma oportunidade de ouro para consolidar as finanças públicas, mas não aproveitou a forte descida da taxa de juro. Para um País pequeno e com uma limitada capacidade de gerar riqueza como Portugal, não aproveitar esta oportunidade traduziu-se numa crise que se arrasta desde 2002. E quem paga os erros políticos são os portugueses.
António Sérgio Azenha, Editor de Política
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.