Fernando Santos está a viver o pior momento do seu bonito percurso de treinador de futebol. Em tempos poderá ter passado bocados menos bons nos clubes onde trabalhou, mas os clubes são os clubes e a seleção é a seleção. E a seleção dispõe de uma caixa de ressonâncias que chegam ao estrangeiro, porque é contra adversários de fora de portas que a equipa nacional se bate. Em Portugal, Santos já treinou o Porto, o Sporting e o Benfica e, nessas ocasiões de grande impacto de trazer por casa, jamais aconteceu virem jornalistas de outros países meter-se no seu trabalho quer para lhe elogiar as capacidades quer para o tratar abaixo de cão. Porquê? Como um internacional alemão explicou recentemente, a Liga portuguesa não tem a menor relevância para lá de Badajoz. Foi do que se queixou Weigl lamentando que os seus amigos na Alemanha não conseguissem ver os jogos em que participou no campeonato português. Ainda assim deve haver pelo menos um sujeito estrangeiro de sonante importância que vê os jogos todos da nossa Liga porque é essa a única explicação plausível para não haver nenhum árbitro português convocado para o próximo Mundial de futebol. Adiante.
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