Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoÉ este o dia-a-dia normal de um sector tão importante. Sem crédito não há economia moderna. Esta normalidade ficou subitamente abalada pelos efeitos devastadores da crise financeira que começou na América e que se espalhou pelo Mundo. Quando os maiores bancos entraram em ruptura, instalou-se a desconfiança sobre a capacidade dos bancos honrarem os compromissos. Esta desconfiança arrastou os mercados financeiros para um terrível crash, que só na Bolsa de Lisboa já custou mais de 50 mil milhões de euros este ano.
A Banca portuguesa não estava muito exposta aos produtos subprime, nem o crédito malparado se compara ao americano, mas foi atingida pelas dificuldades de financiamento externo, porque a poupança interna não chega para alimentar o negócio. A garantia de 20 mil milhões de euros é uma bóia de salvação para a Banca portuguesa ficar mais sossegada neste mar das tormentas em que se transformou a crise financeira.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.