Anteontem, no Parlamento, mostrou a arrogância típica dos cobradores. Desqualificou a deputada Ana Drago, dizendo que nada sabe da ciência mágica das finanças - coisa que ele próprio transformou em pura cartomancia -, e censurou as suas ‘confusões'.
A ‘confusão' que mais glosou foi a natureza não eletiva do seu cargo. Os tecnocratas sempre preferiram o conforto das nomeações do que a chatice das eleições. Na sua cabeça, são níveis diferentes de responsabilidade. Na dos contribuintes espremidos, porém, não há diferenças. É bom que se vá habituando a isso.
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Por Carlos Rodrigues
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