"Não se nasce impunemente nas praias de Portugal”. Nem precisamos estudar muitos filósofos nem ser muito poetas para compreendermos que somos muito a nossa terra. E o nosso olhar, o nosso sentir, o nosso amar. E o nosso mar. Lá por cima o grande cosmos ou um imenso negrume. Novelos de mistérios a deixarem-nos a grande pergunta - o que estará para além? Já sabemos muito e até visitámos pequenos departamentos desse espaço. Mas essa imensidão é um nada comparada com o infinito.
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
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