"Não se nasce impunemente nas praias de Portugal”. Nem precisamos estudar muitos filósofos nem ser muito poetas para compreendermos que somos muito a nossa terra. E o nosso olhar, o nosso sentir, o nosso amar. E o nosso mar. Lá por cima o grande cosmos ou um imenso negrume. Novelos de mistérios a deixarem-nos a grande pergunta - o que estará para além? Já sabemos muito e até visitámos pequenos departamentos desse espaço. Mas essa imensidão é um nada comparada com o infinito.
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Por Carlos Rodrigues
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