Falar de Eusébio é falar uma uma amizade de 45 anos. Um tempo feito de cumplicidades, de partilhas, de alegrias e tristezas, mas acima de tudo de um enorme respeito, quase veneração. Na minha vida há um antes e um depois e o momento que faz a separação foi o dia em que entrei pela primeira vez no balneário do Benfica. Eu, um menino nascido na aldeia, que conhecia de cor todas aquelas caras, dos cromos de coleção, estava ali, junto deles, a pisar um território sagrado. Senti-me pequenino.
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Por Carlos Rodrigues
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