Ano novo, vida nova seria, por exemplo, sentir que além do crescimento económico a sociedade devia avaliar o crescimento em cidadania, justiça e solidariedade. Que houvesse um adquirido moral que desse sentido seguro aos progressos científico e técnico. O conhecimento nas mãos do Homem e das sociedades pode servir tanto para melhorar como para piorar. É muito volúvel. A ciência como a política está nas mãos de quem a aplica. Até a religião somou resultados históricos sofríveis nestes desígnios. Basta ver na História de Portugal o que foi o tempo dos Descobrimentos com expansão da fé e do império, assente num indispensável avanço dos conhecimentos.
Ano novo, vida nova é um desafio à liberdade e à razão. Vale mais do que o desafio lançado em campanha política pelo presidente John Kennedy para os americanos pensarem mais no que podiam fazer pela América do que no que ela devia fazer por eles. É pôr-nos a pensar porque realmente não conseguimos vida nova no ano novo.
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