D. Renato II, como se autointitula, concedeu autorização a Cavaco Silva para passar ao largo do seu território, a viagem – fundamental para os destinos do País – ficou salvaguardada, o Presidente lá se foi encontrar com o amigo da Madeira que o trata por ‘senhor Silva’ e as cagarras já têm mais futuro do que o Governo.
De volta ao País real, no mesmo dia em que Cavaco passeava nas ilhas, um homem era retirado das galerias do Parlamento, depois de ter arremessado um chinelo para o hemiciclo antes da votação da moção de censura. Condena-se a atitude, compreende-se a angústia e a impotência de alguém que, aos olhos dos deputados, e alguns sorrisos benevolentes provam-no, valerá menos do que as aves que tanto entusiasmam o Presidente. Fica o simbolismo da ação; como aprendemos com as notícias, nos países árabes um sapato atirado contra alguém é, apenas, o insulto supremo.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Ventura é um perigo para a democracia que o PSD agora abraça.
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.