De nada valeu, o Benfica voltaria a ficar de fora das competições europeias. Este ano, reforçadas de esperança e talento, as hostes encarnadas depositam em Jesualdo Ferreira a responsabilidade de - pelo menos - ser campeão nacional. E pelo que se tem visto até agora, o ex-adjunto de Toni tem sido bem sucedido nas apostas.
Pese embora os quatro ‘penalties’ que lhe foram favoráveis em igual número de jornadas. Mesmo assim e apesar do alegado "empurrãozinho" para o título, Jesualdo tem à sua mercê matéria-prima que o pode transformar num herói lá para Maio de 2003.
E ele sabe disso. Mas sabe, igualmente, que uma derrota pode inverter a onda de euforia encarnada. Não só pela perda de três pontos, mas porque, quase tão difícil como vencer jogos, é gerir emoções de homens que auferem milhares, são ídolos de milhões e querem jogar, no mínimo, sempre.
A acontecer, quem está no banco vai reclamar um lugar no onze, quem está de início vai sentir o lugar em perigo.
Mais do que certa, é a saída de um jogador em Dezembro, para ajudar a sanear as insanáveis contas do clube. E como o ‘mister’ não tem mexido muito na equipa, não deverá ser alguém do banco a realizar capital. Um dos titulares será o ‘escolhido’, a menos que Mantorras não caiba neste plantel e esteja já de malas feitas para um clube estrangeiro. Mesmo que seja por bem menos que os proclamados e ridículos 18 milhões de contos. Nem de cêntimos, digo eu.
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Por Carlos Rodrigues
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