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A fraqueza do Benfica é a mais evidente, e também a mais grave: no ataque. O clube da Luz ambiciona revalidar o título e matar saudades das gloriosas noites europeias, mas a boa vontade de Nuno Gomes e Mantorras mal chegam para incomodar Quim e Moreira nos treinos.

No Sporting a debilidade está no lado oposto: na defesa, sobretudo na zona central. Beto já nunca será o patrão que um dia se chegou a pensar, Polga já se percebeu que é um daqueles campeões do Mundo fabricados pelos poderosos lóbis que giram em redor da selecção do Brasil, Tonel ainda não tem o traquejo de equipa grande, e, claro, Enakaride foi embora…

Já o FC Porto parece mais enferrujado no meio-campo. Pelo menos por aquilo que mostrou no teste mais sério que fez frente ao Arsenal. Mesmo nivelando abaixo dos tempos de Costinha-Maniche-Deco, ficou evidente a falta de consistência a defender e de rapidez e criatividade a atacar. Mas este é o problema de campo, porque no balneário há outro, e bem mais complexo e perigoso para Co Adriaanse: Jorge Costa, o ‘capitão’ – se é que o holandês permite que ainda se chame assim ao patrão da defesa do FC Porto campeão europeu.

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