Em Belém, ofereceu uma à Federação, ao seleccionador e ao capitão Ronaldo. Quis dizer que a bandeira é o único símbolo que se sobrepõe a todos os outros, incluindo a própria Selecção de futebol e o próprio chefe de Estado. Lembrá-lo significou dizer aos jogadores que levam a bandeira aos ombros e que, concretizando eles o país e o amor que lhe temos, se espera que joguem com Portugal na cabeça e nas pernas.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
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