Se o sexo não fosse um filão, o Big Brother nem sequer teria nascido. De resto, os produtores do programa e os responsáveis da TVI esforçam-se a valer para transformar a casa num verdadeiro bordel. Que o sexo faz subir audiências, tal não é novidade. O absurdo desta história é que o lucro da TVI depende da performance sexual dos residentes (cada ponto de ‘share’ significa, no final do ano, cinco milhões de euros a mais. Pode ser que a tal ‘coelhinha’ ajude a resolver este problema financeiro.
Edgardo Pacheco - Editor de Política
O ‘Big Brother’é uma fórmula esgotada. Um é bom, dois é muito, três é demais, quatro satura. Já não vai lá com sexo. Aliás, se um programa, para se impor, precisa de mostrar um casal aos beijos e apalpões debaixo do chuveiro ou supostamente excitado no vale dos lençóis, não vale a pena perder tempo. Os amantes do género têm opções bem mais interessantes noutras estações. É certo que não falam português, mas também não é o diálogo que move os ‘voyeurs’ dos Canal 18 e afins.
Paulo João Santos - Editor de Sociedade
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