Não há outras razões (os livros estão incluídos na vida propriamente dita). Por isso, é preciso deixar uma palavra sobre o Optimus Alive, que pode ser um combate contra o tempo de angústia e contra o estado do País. Precisávamos dele e Álvaro Covões cumpriu uma promessa: acaba de organizar o melhor festival europeu de pop & rock.
É isso que nos falta em abundância: organização e criatividade, que o Optimus Alive transporta. E gente visionária que não espera pela esmola nem pelo ‘sagrado apoio’ das ‘entidades’. Por mim, não percebo o que fazem as pessoas nesses três dias de festival, mas entendo o geral (os meus filhos contam-me): o verão, o ritual, até certas bandas (Vampire Weekend e Depeche Mode, com Kings of Leon e Tame Impala em fundo) ou a melancolia das gerações que me ultrapassam.
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