Além da conciliação da vida familiar com a vida profissional, levanta-se ainda a questão pedagógica, devido a uma pausa de Verão tão longa, e a dúvida sobre a duração do ano lectivo: perante queixas repetidas sobre a extensão dos programas, não seria de cortar nas férias?
De facto, passando os olhos pela brochura da Eurydice (base de dados sobre educação e ensino da responsabilidade da Comissão Europeia) sobre o calendário escolar 2012-2013 nos diferentes países da UE (Portugal, estranhamente, não consta), verifica-se que nos encontramos no grupo de países com as férias de Verão mais longas e com o ano lectivo mais curto (34 a 35 semanas).
De resto, temos um dos calendários escolares mais desequilibrados, com férias da Páscoa muito longas, a separar dois períodos lectivos demasiado curtos (10 semanas cada).
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Ventura é um perigo para a democracia que o PSD agora abraça.
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.